Como surgiu a Slicing People?
Marco chama Hiroshi e Jesus para fazerem uma única apresentação na Feira cultural da Escola Estadual Nossa Senhora da Penha, aqui em São Paulo.
Uma banda de três. Foi assim que tudo começou em abril de 2007. Deu pra ensaiar bastante, a feira só aconteceu em setembro. Sempre aos sábados
ensaio na casa do Marco. Na escola, Marco conhece Péricles e descobre que ele tocava baixo. Convidado para um ensaio, pronto. Mais um na turma!
Sempre na busca de inovação em seus estilos, decidem tocar “Killer Queen” da banda inglesa Queen. A música começava ao som de piano.
E cadê o tecladista? Breno, irmão do Péricles, foi o escolhido. Em 2008 foram atrás de mais um guitarrista. Fidel estudava na mesma classe do Marco.
Assunto resolvido!

Como vocês iniciaram na música?
Comecei a estudar guitarra por influência do meu pai, curiosamente na mesma escola do Péricles e do Breno. Eles estudavam, respectivamente,
baixo e teclado. Péricles e Breno são os termômetros da Slicing. O grande mago das baquetas, Alexandre, Hiroshi para os íntimos, começou a carreira
 como guitarrista e, numa mudança radical, acabou virando baterista. Diego (Jesus devido a longas madeixas) é o grande roqueiro da banda. Autodidata,
consegue detonar a sua guitarra com uma força que nem ele sabe definir. O Marco estudou violão e jamais se imaginou cantando. De sobra acabou se
transformando num grande letrista, um “poeta”.

Vocês se consideram uma banda típica de pop rock?
Na verdade a Slicing segue linhas diversas com predominância do rock. Em algumas composições da banda o gênero pop é evidente, noutras a
tônica é o classic rock.

Há espaço para bandas novas em São Paulo? Concursos,festivais?
As dificuldades são imensas e os espaços são proporcionalmente raros. Iniciativas como esta do CALDEIRÃO são maravilhosas. Alimentam o sonho e
mostram os talentos anônimos deste país. Concursos e festivais? É a coisa mais rara deste mundo. Estamos procurando desde 2008.

Como é a cena pop rock na cidade?
Poucas casas abrem espaço para este ritmo, isto torna a disputa super acirrada. O rock é um gênero que passa de pai para filho, mas outros modismos
 influenciam e atraem muito mais público. Acabam sendo financeiramente mais atrativos para os empresários.

Quando decidiram participar da comunidade Olha Minha Banda?
Minha mãe viu o lançamento do Olha Minha Banda no Caldeirão do Huck e meu pai fez a inscrição da turma e criou todo mecanismo necessário.
Acompanhamos diariamente com muito carinho. Para nós da banda este BLOG virou mania, inclusive contagiou nossos pais familiares e amigos.

Quais as maiores influências da banda?
As influências são diversas. Deep Purple, Kiss, Queen, U2, Chris Cornell (o Pericles é fã de carteirinha), Steppenwolf e Led Zeppelin. E, acredite, Mamonas.
Fazemos uma homenagem a eles em nossas apresentações. O Marco, vocalista da banda, assume o Robocop Gay.

Qual é o maior sonho de vocês?
O sucesso e, logicamente, um dia estarmos no lugar hoje ocupado pelos nossos ídolos. Ligar a TV em pleno sabadão e ver o locutor anunciando:
 “Slicing People no Caldeirão”.

Deixem uma mensagem para a comunidade Olha Minha Banda e para a produção do Caldeirão!
A todos os amigos da comunidade que nos apoiaram, a certeza de que o sucesso está muito mais perto do que imaginamos. E sonhar é o
 alimento maior da alma e o leme da vida. À produção do Caldeirão fica aqui os nossos cumprimentos por esta iniciativa inteligente e inovadora.
E a certeza de que há um público inimaginável ligado a este tipo de evento.
 E quem sabe a gravação de um CD com a coletânea das bandas destaques do BLOG.  


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"No escuro" Parte III é a música  desta página  -  Composição do Marco (letra) e instrumental  do Slicing People